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ESTAÇÕES DO ANO - VERÃO

 

http://fernandod.com.br/images/textos/VERAO 1.JPGO verão é uma das quatro estações do ano. Neste período geralmente reservado às férias, as temperaturas permanecem elevadas e os dias são longos, levando vários países a adiantarem o relógio em uma hora de forma a economizar energia elétrica pela diminuição do consumo da mesma nos chamados horários de pico. Nessa época também é comum a ocorrência de chuvas fortes e até certo ponto prolongadas, pois a evaporação das águas se intensifica em razão do calor.

 

O verão do hemisfério norte é chamado de "verão boreal", e o do hemisfério sul de "verão austral". O primeiro começa no solstício de verão do hemisfério norte, que acontece em 21 de Junho, e finda com o equinócio de outono, por volta de 23 de setembro. Já o segundo tem início com o solstício de verão do hemisfério sul, que acontece em 21 de dezembro, e finda com o equinócio de outono, por volta de 20 de março.

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No início do século 17 a aristocracia rural pernambucana concentrava-se na cidade de Olinda, sede do governo da capitania. Essa elite tinha como principal atividade produzir açúcar para exportação, mas entrara em decadência a partir de 1630, com a invasão dos holandeses, situação que se agravou após a expulsão dos mesmos, em 1654, porque eles aplicaram nas Antilhas os conhecimentos adquiridos na exploração da agroindústria açucareira nordestina. Como conseqüência, o produto antilhano passou a concorrer com o brasileiro no mercado internacional, provocando uma crise séria na economia colonial.  As dificuldades econômicas de Olinda agravaram-se no século 18 com o deslocamento dos escravos para as zonas de mineração do Brasil Central, resultando daí o encarecimento da mão-de-obra escrava na região.

 

Recife, como centro de dominação holandesa, passara a ser a povoação mais movimentada do nordeste e um núcleo comercial de peso. Abrigava os comerciantes portugueses chamados pejorativamente de marinheiros, ou mascates. Os olindenses logo se viram na incômoda posição de devedores. Os senhores de engenho, que vendiam seu açúcar aos mascates, continuaram mantendo os faustosos hábitos de vida de ...

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SUBMARINO DE PROPULSÃO MANUAL

 

 

O mar também seria túmulo para um dos inventores mais destemidos do século 19. O engenheiro naval Horace Lawson Hunley (1823 -1863), natural de Sumner County, no Tennessee, a quem se atribui a criação do primeiro submarino de propulsão manual da história, morreu por não conseguir solucionar um problema básico de seu veículo: voltar à tona.

 

Hunley era um confederado na Guerra Civil Americana, travada entre sulistas e nortistas de seu país. Em 1861, ainda durante esse conflito armado, ele juntou-se a James R. McClintock e Baxter Watson na construção do submarino Pioneer, que foi afundado por eles em 1862, para que não caísse em poder das forças.legalistas que haviam invadido a cidade de New Orleans, onde morava.

 

Pouco tempo depois os três sócios decidiram reavivar o projeto, mas a segunda tentativa terminou com o naufrágio da nova embarcação em Mobile Bay, no Alabama. Mais adiante, Horace Hunley passou a trabalhar sozinho em um terceiro submarino, ...

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MÁGICA

01/08/2010 às 09:40:36

Conhecida há mais de 2.000 anos, a mágica é a arte de fazer coisas aparentemente impossíveis, usando truques e habilidade manual. De origem asiática, ela chegou a ser difundida na Europa antiga, mas entrou em declínio na Idade Média devido ao terror provocado pela crença em bruxas e demônios. Sua popularidade, porém, foi reconquistada no fim desse período, quando os mágicos passaram a fazer truques relativamente fáceis nas ruas, nas praças e nos castelos.

 

No século 18 a mágica passou a ser vista como perigosa porque a associavam às forças ocultas, ou seja, ligada ao Diabo e a espíritos estranhos. Foi no fim desse século que surgiram as idéias de magia branca – usada para fins benéficos, sobretudo a cura – e de magia negra – que provocaria o mal. No entanto, foi a Commédia dell’arte, precursora do teatro de variedades e do circo moderno, a grande responsável pela divulgação da mágica como diversão popular.

 

Embora ainda se exibissem nas ruas e nas feiras, os mágicos do século 19 começaram a ...

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Advogado, do latim advocatu (ad, para junto, e vocatus, chamado = aquele que é chamado para ajudar), é o profissional legalmente habilitado a atuar na Justiça, em defesa dos interesses de outras pessoas. No entender de Rui Barbosa, "o primeiro advogado foi o primeiro homem que, com a influência da razão e da palavra, defendeu os seus semelhantes contra a injustiça, a violência e a fraude". Para alguns estudiosos da área foi Péricles (490-429 a.C.), em Atenas, Grécia, o primeiro profissional da advocacia, mas para outros essa primazia cabe a Antifonte de Atenas (480-411 a.C.), o Sofista, uma figura controversa que representa, melhor que todos, a contraposição entre a natureza, na qual se baseia o direito natural, considerado inato e absoluto, e as leis da cidade, nas quais se apóia o direito positivo, puramente convencional e imposto pela força ou pela necessidade.

 

O Dia do Advogado é comemorado em 11 de agosto porque nessa data, no ano de 1827, foram ...

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O pavão dirigiu-se à deusa Juno para reclamar da voz que possuía. Alegava o pássaro que apesar do seu grande desejo de cantar louvores à divindade, por quem nutria respeito e devoção, não se animava a fazê-lo porque sabia que o som saído de sua garganta, ao invés de suave e melodioso, estrondava pelas cercanias de onde se encontrava como se fossem gritos agourentos, mais incomodando que agradando a quem o ouvisse. E reforçava sua contrariedade apontando um exemplo à rainha dos céus e da luz:


 - Veja o rouxinol, deusa onipotente, uma ave cujo tamanho e cor são absolutamente inexpressivos, mas que quando abre o bico encanta o mundo com a música que entoa. Enquanto eu...

 

Juno não gostou do que ouviu, e por isso retrucou furiosa:

 

- Ora, ora, invejoso ignorante! Então é isso? Queres para ti a voz do pequeno rouxinol? Por quê? Não te satisfaz a maravilhosa cauda que possuis, que se abre em leque esplendoroso como ...

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FLOR DO MARACUJÁ, A

Catulo da Paixão Cearense

 

 

http://fernandod.com.br/images/textos/FLOR DO MARACUJA 2.jpgEncontrando-me com um sertanejo / Perto de um pé de maracujá / Eu lhe perguntei:  / Diga-me caro sertanejo  / Porque razão nasce roxa  / A flor do maracujá?

 

Ah, pois intão eu lhi conto  / A históra que uvi contá / A razão pruque nasce roxa  / A frô do maracujá:

 

Maracujá já foi branco  / Eu posso inté lhe ajurá / Mais branco qui caridadi  / Mais branco do qui o lua..

 

Quando a frô brotava nele  / Lá nos confim do sertão / Maracujá até parecia  / Um ninho de argodão.

 

Mas um dia, há muito tempo  / Num meis que inté num mi alembro  / Si foi maio, si ...

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De vez em quando, para não dizer que o melhor seria constantemente, é bom a gente passear a pé pelo centro da nossa cidade ainda com aquele jeito de interior. Aliás, não só pelo centro, mas também pelos bairros e até pela zona rural e, melhor ainda, estendendo pelos distritos do município. Neste caso, seria melhor a gente ser movido por alguma geringonça motorizada, para não cansar muito o corpo já cansado pela vida diária que o tempo nos impõe. É só esta querência se apoderar de nosso desejo e logo vem o todo poderoso tempo, o senhor da razão, podar o nosso querer. Pois é, o tal do tempo nos maltrata a cada dia que passa.

 

Por enquanto, vou ficar só no centro. Tratei logo de convencer o tempo e eis que ele me liberou para umas voltinhas numa bela manhã de sábado destes qualquer. Poucas, sim, mas suficientes para saborear um pouquinho do cotidiano de muitas pessoas que a gente só conhece de vista, de outras que a gente nunca viu, de algumas que a gente não queria ...

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1837 - SABINADA

07/11/2010 às 16:48:57

A Sabinada constituiu um dos movimentos subversivos que abalaram o Brasil durante a menoridade de D. Pedro II (na ilustração), mas, ao contrário de outras, teve diretrizes ideológicas bem definidas, pois se tratou de uma rebelião cujos objetivos visavam a separação do império e a instalação de um governo republicano. O nome por que ele ficou conhecido derivou de um de seus chefes, Francisco Sabino Álvares da Rocha Vieira, médico e professor, que embora pobre se tornou famoso na época não só pelas atividades políticas que exercia, mas principalmente em razão de seu espírito humanitário, o que o tornava muito querido pelos pobres, infelizes e oprimidos. Além do mais, era um homem de ciência, um dos mais cultos entre os elementos que participaram do levante.

 

A revolta teve início com a fuga do líder farroupilha Bento Gonçalves, que se encontrava detido no Forte do Mar, em Salvador (ilustração abaixo) Os registros revelam que em 7 de novembro de 1837. o líder revolucionário baiano - doutor Francisco Sabino - e mais quatro companheiros dirigiram-se ao forte, e chegando lá convocaram o ...

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Intentona Comunista foi o nome dado à tentativa de golpe contra o governo Getúlio Vargas, realizada em novembro de 1935 pela Frente das Esquerdas da Aliança Nacional Libertadora (ANL). Planejada por oficiais e praças do Exército brasileiro, a ação militar, de natureza política, visava, sobretudo, a derrubada do presidente da nação, exigindo que em seu lugar fosse instalado um governo popular voltado para o fim das oligarquias, do imperialismo e do autoritarismo. Em plano secundário ficaram outras exigências dos rebelados, entre elas a decretação do fim da dívida externa e a implantação de um programa de reforma agrária destinado a dar terra a quem precisava de terra. Segundo declaração de um dos seus líderes, capitão Agildo Barata, a revolução classificada por ele como nacional-libertadora, embora efetivada através de um movimento armado, “não se propõe a ultrapassar o quadro da ordem social burguesa”.

 

O mentor do levante foi Luis Carlos Prestes, capitão do Exército e líder tenentista convertido ao comunismo, que para planejá-lo e dirigi-lo contou com a participação de um grupo internacional composto pela alemã Olga Benário, mais ...

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Declarado uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno pela Sociedade Estado-Unidense de Engenheiros Civis, o Canal do Panamá está localizado no istmo do mesmo nome, na América Central, e foi construído para ligar os oceanos Atlântico e Pacífico. Os espanhóis descobriram o istmo em 1501, e em 1513 o explorador Vasco Nunes Balboa transpôs as montanhas daquela região e chegou ao oceano Pacífico. Desde essa data e até o fim do seu domínio, os espanhóis fizeram planos para a construção de um canal que facilitasse o transporte de metais preciosos do Peru, sem que nenhum se concretizasse. Em 1826, num congresso realizado na cidade do Panamá, estudou-se mais uma vez a possibilidade da sua construção, mas a previsão do alto custo da obra provocou novamente o abandono da idéia.

 

Em 1848, tempo da corrida do ouro na Califórnia, o assunto voltou a ser cogitado, e em 1878 a França conseguiu obter da Colômbia, da qual o Panamá era província, uma concessão de 99 anos para construir a obra. A companhia formada para isso iniciou seus trabalhos em 1881, sob a ...

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Conta a lenda que em algum lugar do Brasil colônia uma baronesa arrogante e presunçosa praticava muitas maldades contra os seus escravos, até o dia em que um feiticeiro negro, revoltado com as injustiças que via acontecer e com as barbaridades que sua dona autorizava fazer com a gente de sua raça, transformou-a em porca. Não se sabe como ele fez isso, mas a história conta que os sete filhos da fidalga também foram castigados porque viraram leitãozinhos, e todos juntos passaram a fuçar o chão insistentemente, à procura de um anel misterioso, porque quando o encontrarem o encanto estará quebrado e mãe e filhos voltarão a ser o que eram.

 

A versão paulista é assemelhada, só que fala de uma rainha e de seus sete filhos que viraram porca e sete leitões brancos como o leite, por obra de um feiticeiro que agiu assim por vingança. A partir daí, ela e os filhotes, sempre juntos, passaram a vaguear pelas matas, botando fogo pelos olhos, nariz e boca, e escolhendo como lugar de morada os cruzeiros que ...

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SÁ, Mem de

11/07/2010 às 10:29:13

O terceiro governador-geral do Brasil nasceu em Coimbra, Portugal ( ou - 1500) e morreu na Bahia em 02/03/1572. Nomeado sucessor de Duarte da Costa em 1556, ele chegou a Salvador, Bahia, em 28 de dezembro de 1557, tomando posse do governo dias depois, em 3 de janeiro de 1558, iniciando uma administração marcada pelo desinteresse da metrópole e pelas graves desavenças entre os jesuítas e os leigos. Mem de Sá procurou pacificar a colônia, liderando a guerra contra o gentio revoltado, mas nessa luta perdeu o filho, Fernão de Sá, em combate na então capitania do Espírito Santo.

  

Durante os quatorze anos de seu governo algumas realizações importantes foram concretizadas, entre elas a fundação da cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro (a segunda a ser criada no Brasil), em 1º de março de 1565, por seu sobrinho Estácio de Sá; a expulsão dos franceses, em 1567, com o auxílio do mesmo sobrinho, que morreu de flechada recebida na luta, e o aldeamento de tribos indígenas em missões (reduções). Além disso, ...

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CALCINHA

10/12/2010 às 10:35:32

A calcinha, peça do vestuário usada pelas mulheres por baixo da roupa que vestem, tem uma história relativamente recente. Segundo os historiadores, o conceito moderno de roupa de baixo, modelo confeccionado com a finalidade de proteger as partes íntimas femininas, além de aquecê-las e manter sua higiene, tornou-se conhecido há quinhentos anos, mais ou menos, muito embora os usos e costumes de então tenham feito com que seu desenho, tamanho e praticidade fossem completamente diferentes da que hoje é conhecida em qualquer canto do planeta. No decorrer de cinco séculos, a concepção da calcinha, bem como a sua configuração e elaboração, foram sendo modificadas paulatinamente, fazendo com que ela, nos tempos atuais, deixasse de ser meramente funcional para transformar-se em uma poderosa arma de sedução.

 

Os estudos a respeito são poucos, mas apesar disso revelam que do império da Babilônia, situado entre os rios Tigre e Eufrates (atual Iraque), na Ásia, nos chegaram indícios de que cerca de 3.000 anos antes de Cristo as mulheres daquele povo usavam algo semelhante ao que, mais adiante, as gregas e romanas dos tempos ...

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Se eu tenho de morrer na flor dos anos

Meu Deus! não seja já;

Eu quero ouvir na laranjeira, à tarde,

Cantar o sabiá!

 

Meu Deus, eu sinto e tu bem vês que eu morro

Respirando este ar;

Faz que eu viva, Senhor! dá-me de novo

Os gozos do meu lar!

 

O país estrangeiro mais belezas

Do que a pátria não tem;

E este mundo não vale um só dos beijos

Tão doces duma mãe!

 

Dá-me os sítios gentis onde eu brincava

Lá na quadra infantil;

Dá que eu veja uma vez o céu da pátria,

O céu do meu Brasil!

 

Se eu tenho de morrer na flor dos anos

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